A promessa de Cristo à igreja fiel de Filadélfia de guardá-la da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro.
- PMH
A expressão grega tēreō ek em João (Jo 17.15) significa preservação espiritual e vitória através da provação, não remoção física prévia; Cristo guarda a Igreja fiel da apostasia e da condenação que provam os "que habitam sobre a terra" (os incrédulos).
- PMD
Guardar "da hora" (e não apenas "dos juízos") da provação mundial promete a isenção do próprio período de tempo da tribulação por meio do arrebatamento pré-tribulacional.
O Cordeiro abre o primeiro dos sete selos do livro do destino escatológico, desencadeando a marcha dos quatro cavaleiros sobre a terra.
- PMH
Cristo entronizado detém o controle soberano da história: os quatro primeiros selos correspondem às "dores de parto" do Sermão Profético (Mt 24.4-8: engano/conquista, guerra, fome e pestilência/morte) que se intensificam na Grande Tribulação.
- PMD
O cavaleiro do cavalo branco é o Anticristo iniciando sua conquista diplomática no começo dos sete anos da Tribulação após o arrebatamento.
- AMI
O cavaleiro branco representa a conquista vitoriosa do Evangelho de Cristo ao longo da era da Igreja, acompanhada pelas provações da história nos demais selos.
A abertura do quinto selo: as almas dos mártires debaixo do altar clamam pela justiça divina ("Até quando, ó Soberano Senhor?") e recebem vestiduras brancas até que se complete o número dos seus conservos.
- PMH
Revela o motor teológico dos juízos do Apocalipse: Deus não é indiferente ao sangue dos Seus santos; os juízos que se seguem no 6º selo, nas trombetas e nas taças são a resposta judicial de Deus ao clamor dos mártires.
- PRE
O clamor dos mártires apostólicos mortos pelo sinédrio e por Nero, vindicados na queda de Jerusalém em 70 d.C.
A multidão inumerável de todas as nações, tribos, povos e línguas que vem da Grande Tribulação com vestiduras lavadas no sangue do Cordeiro.
- PMH
A Igreja universal redimida de todas as etnias atravessa a Grande Tribulação mantendo-se fiel até o fim pelo sangue do Cordeiro e comparece glorificada diante do trono.
- PMD
Representa os gentios que se converterão durante os sete anos da tribulação após o arrebatamento da Igreja, muitos dos quais sofrerão o martírio.
- PIR
É a própria Igreja recém-arrebatada que comparece no céu imediatamente após os sinais cósmicos do sexto selo (Ap 6.12-17), tendo saído da Grande Tribulação antes do toque das trombetas.
A abertura do sétimo selo, o silêncio solene no céu e o anjo junto ao altar de incenso oferecendo as orações dos santos antes que os sete anjos toquem as sete trombetas.
- PMH
O fogo do altar lançado sobre a terra com trovões e terremoto (v. 5) mostra que as sete trombetas brotam diretamente das orações intercessórias da Igreja sofredora.
- AMI
Transição entre o ciclo dos selos e o ciclo das trombetas, destacando que as orações dos santos movem o braço de Deus na história.
O toque da sétima trombeta: vozes no céu proclamam que o reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, sendo chegado o tempo de julgar os mortos, galardoar os santos e destruir os que destroem a terra.
- PMH
A sétima trombeta leva a visão até o clímax da Parousia, da ressurreição/galardão dos santos e da instauração do Reino Milenar, antes que Apocalipse 12–16 recapitule o conflito espiritual e détailhe as sete últimas pragas.
- MES
Identifica a sétima trombeta com a "última trombeta" de 1Co 15.52, situando aqui o arrebatamento na metade da septuagésima semana.
A visão da Besta que emerge do mar recebendo o poder do dragão, proferindo blasfêmias por quarenta e dois meses e fazendo guerra aos santos.
- PMH
Retrata o império final do Anticristo nos três anos e meio que antecedem a Parousia, durante os quais a Igreja na terra é chamada à perseverança e à fidelidade (v. 10).
- PMD
O império mundial do Anticristo na segunda metade da Tribulação; os "santos" perseguidos no v. 7 são os convertidos pós-arrebatamento.
- AMI
Símbolo do poder estatal totalitário e idólatra que persegue a Igreja ao longo da história (a começar por Roma) e atinge seu ápice na crise final.
A ordem vinda do santuário para derramar sobre a terra as sete taças da cólera de Deus sobre os que têm a marca da besta, e a vindicação da justiça divina pelo anjo das águas e pelo altar.
- PMH
As sete taças constituem a consumação final da ira divina (100%) no encerramento da Grande Tribulação, recaindo exclusivamente sobre o império do Anticristo e culminando na Parousia (v. 15, 17).
- PMD
Os juízos finais de Deus no término da segunda metade da Tribulação, preparando a campanha do Armagedom.
O texto central do tema: a prisão de Satanás, os tronos, os que viveram e reinaram com Cristo mil anos e "a primeira ressurreição". A expressão "mil anos" aparece nos v. 2 a 6. A disputa gira em torno de três perguntas: quando Satanás é preso, o que significa "viveram" e se a primeira ressurreição é do corpo.
- PMH
Continua Ap 19: depois da volta de Cristo, Satanás é preso, os justos ressuscitam corporalmente e reinam com Cristo mil anos na terra. A segunda ressurreição vem no fim desse período.
- PMD
Reino literal de mil anos depois da volta de Cristo, em que se cumprem as promessas nacionais a Israel. Os mártires da tribulação ressuscitam aqui; a igreja já ressuscitou no arrebatamento, antes da tribulação.
- AMI
Recapitula a era da igreja: Satanás foi preso na cruz, os mil anos simbolizam o tempo entre as duas vindas, e a primeira ressurreição é a regeneração ou a alma do fiel reinando com Cristo no céu.
- POS
Retrato da vitória do evangelho na história antes da volta de Cristo: Satanás é impedido de enganar as nações, que se convertem em massa, e os santos reinam espiritualmente.
A bem-aventurança dos que têm parte na primeira ressurreição: sobre eles a segunda morte não tem autoridade, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com Ele mil anos.
- PMH
Afirma duas ressurreições físicas separadas por mil anos: a primeira (dos santos e mártires) na volta de Cristo, e a segunda (dos demais mortos) ao término do Milênio.
- AMI
Vê na primeira ressurreição a regeneração espiritual ou a entronização celestial das almas dos mártires, e no v. 5 a ressurreição física geral.
Fim dos mil anos: Satanás é solto, reúne as nações (Gogue e Magogue) contra o acampamento dos santos e a cidade amada, é derrotado por fogo do céu e lançado no lago de fogo, onde já estão a besta e o falso profeta (cf. Ap 19.20).
- PMH
Depois de mil anos de governo de Cristo, a rebelião final prova que o coração humano precisa de nova criação, não só de bom governo. O diabo vai para onde a besta e o falso profeta já estão: sinal de que Ap 20 segue Ap 19.
- PMD
Revolta das nações nascidas durante o milênio, que se submeteram só por fora ao reinado de Cristo em Jerusalém, seguida do juízo final.
- AMI
É a última investida de Satanás contra a igreja pouco antes da volta de Cristo; a mesma batalha final de Ap 16.14-16 e 19.19, vista de outro ângulo.
- POS
Breve apostasia depois da era de ouro do evangelho, encerrada pela volta de Cristo e pelo juízo.
O Juízo Final perante o Grande Trono Branco: os mortos são julgados segundo as suas obras registradas nos livros, a morte e o Hades são aniquilados e a segunda morte é consumada no lago de fogo.
- PMH
Ocorre após o Milênio e a derrota final de Satanás (v. 7-10), julgando os mortos que não participaram da primeira ressurreição e extinguindo para sempre a morte e o Hades.
- AMI
O Juízo Final universal de justos e ímpios imediatamente na Parousia de Cristo (paralelo a Mt 25.31-46).
A consumação eterna: o novo céu e a nova terra, a descida da Nova Jerusalém, a habitação plena de Deus com a humanidade redimida e o fim definitivo da morte, do pranto e da dor.
- PMH
O estado eterno perfeito que sucede o Reino Milenar e o Juízo Final, quando o céu e a terra são unidos na Nova Jerusalém sobre a criação redimida.
- AMI
A criação renovada inaugurada imediatamente após a Segunda Vinda e o Juízo Final.