Paulo estabelece a ordem cronológica inegociável: o Dia do Senhor e a nossa reunião com Cristo (o arrebatamento) não ocorrerão antes da apostasia e da revelação do homem da iniquidade.
- PMH
Prova decisiva do pós-tribulacionismo: a Parousia e o arrebatamento (episunagōgē) formam um único evento que só acontece depois da apostasia e da manifestação do Anticristo, destruído pelo sopro da vinda do Senhor (v. 8).
- PMD
A apostasia e o homem do pecado precedem o Dia do Senhor (o período de juízos da tribulação), enquanto "o que detém" (v. 6-7) é o Espírito Santo na Igreja, retirado antes da revelação do Anticristo.
- PIR
Confirma que a Igreja verá a revelação do Anticristo na metade da septuagésima semana antes do arrebatamento e do início do Dia do Senhor.
O retrato apostólico do homem da iniquidade (filho da perdição), que se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus e se assenta no santuário de Deus ostentando-se como se fosse Deus.
- PMH
Descreve o tirano escatológico pessoal cuja revelação pública precede a única Parousia de Cristo e o arrebatamento da Igreja (v. 1-3).
- PMD
O ditador mundial que profana o terceiro templo físico reconstruído em Jerusalém na metade dos sete anos da Tribulação.
- AMI
O clímax final da rebelião anticristã que usurpa a adoração devida a Deus, seja em relação à esfera religiosa/eclesiástica ou ao santuário simbólico.
A tensão entre o "mistério da iniquidade" que já opera na história sob restrição soberana e a manifestação final do perverso, aniquilado pelo esplendor da Parousia de Jesus.
- PMH
A destruição do Anticristo pela epiphaneia da Parousia de Cristo (v. 8) situa inequivocamente a Parousia de 2Ts 2.1 no fim da Grande Tribulação.
- PMD
Vê na retirada daquele "que agora o detém" (v. 7) a saída da Igreja habitada pelo Espírito Santo no arrebatamento pré-tribulacional, e no v. 8 a segunda fase da vinda sete anos depois.