Um como Filho do Homem vem com as nuvens do céu ao Ancião de Dias e recebe domínio, glória e um reino que todos os povos servem e que não será destruído. Jesus aplica a visão a si mesmo (Mt 26.64).
- PMH
O Filho do Homem recebe o reino e o exerce visivelmente na terra quando vier com as nuvens; o milênio é a primeira fase desse reino que não terá fim.
- PMD
O reino messiânico será estabelecido na segunda vinda e exercido a partir de Jerusalém no milênio.
- AMI
Cumpriu-se na ascensão e entronização de Cristo; o reino é o seu governo presente sobre todas as coisas a partir do céu.
- POS
O reino recebido na ascensão vai se expandir na história até que todos os povos sirvam a Cristo.
A duração da perseguição do Chifre Pequeno contra os santos do Altíssimo: "um tempo, dois tempos e metade de um tempo" (três anos e meio, a metade da semana).
- PMH
Conecta a metade da semana de Dn 9.27 aos três anos e meio (42 meses / 1.260 dias) de Ap 12.14 e 13.5-7, demonstrando que os santos da Igreja atravessam a perseguição final até o juízo do Ancião de Dias.
- PMD
Descreve a segunda metade da 70ª semana (a Grande Tribulação), na qual o Anticristo persegue o remanescente de Israel.
O reino, o domínio e a grandeza dos reinos "debaixo de todo o céu" são dados ao povo dos santos do Altíssimo. A expressão situa o reino na terra.
- PMH
Os santos que passaram pela perseguição do último reino recebem o reino debaixo de todo o céu, na terra. Ap 20.4 retoma a cena: tronos, juízo dado aos santos e o reinado dos que não adoraram a besta.
- PMD
Os santos aqui são sobretudo Israel restaurado, que recebe o reino no milênio.
- AMI
Os santos já reinam com Cristo (Ef 2.6; Ap 1.6) e receberão a herança plena na nova criação, sem etapa intermediária.
- POS
A conquista progressiva das nações pelo povo de Deus por meio do evangelho.
A revelação do anjo Gabriel a Daniel sobre os setenta setênios determinados para consumar a redenção, ungir o Santo dos Santos e selar a visão profética.
- PMH
Une a obra redentora do Messias na primeira vinda (v. 24-26) à crise escatológica final da abominação da desolação sob o Anticristo antes da consumação (v. 27; Mt 24.15).
- PMD
Cronograma de 490 anos para Israel: 483 anos até Cristo, um parêntese para a era da Igreja e os 7 anos finais da Tribulação iniciados pelo pacto do Anticristo.
- AMI
Profecia integralmente messiânica: na metade da 70ª semana, o próprio Cristo confirma a aliança e faz cessar os sacrifícios pela Sua morte na cruz, seguindo-se a ruína de Jerusalém em 70 d.C.
A contagem final de dias desde a cessação do sacrifício contínuo e o estabelecimento da abominação desoladora, e a bem-aventurança para o que espera e persevera.
- PMH
Confirma que a abominação da desolação pertence ao "tempo do fim" (Dn 12.4, 9), imediatamente ligado à grande angústia (12.1) e à ressurreição dos mortos (12.2).
- AMI
Números simbólicos que encorajam os fiéis a perseverar até o fim sabendo que o tempo da opressão maligna está rigorosamente contado e limitado por Deus.